O mercado de beleza-tech no Brasil dobrou em 18 meses. Junto explodiu o número de "aparelhos milagrosos" sem tecnologia nenhuma. Esse texto te dá o filtro para não cair em marketing.
3 perguntas que filtram 90% das furadas
1. Qual o comprimento de onda exato?
Aparelho LED sério informa nanômetros (nm): 415 azul, 590 amarelo, 660 vermelho, 830 infravermelho. Se a página diz só "7 cores" sem nm = provavelmente é LED colorido decorativo, não terapêutico.
2. Qual a irradiância (mW/cm²)?
É a potência da luz na pele. Abaixo de 20 mW/cm² em uso doméstico tem efeito limitado. Acima de 50 entra na faixa de aparelho profissional. Se o vendedor não informa, é red flag.
3. Tem certificação Anvisa?
Dispositivo de saúde no Brasil precisa registro. Cosmético decorativo (LED de festa) não precisa — e esse é o que mais é vendido como "beleza-tech".
Como a Velumi escolhe
Cada produto passa por 4 filtros:
- Existe evidência clínica peer-reviewed do efeito?
- Especificações técnicas reais (nm, mW/cm², autonomia)?
- Concorrência brasileira preço/feature?
- Garantia + pós-venda do fornecedor?
Produto que não passa nos 4 não entra. Por isso temos 10 produtos e não 200.
Sinais de furada
- Promete resultado em 7 dias
- Sem ficha técnica
- Preço muito abaixo de mercado (LED de festa custa 30 reais)
- Influenciador de 18 anos garantindo "mudou minha vida"
- "Tecnologia patenteada exclusiva" sem nome ou número de patente